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Peptídeos Anti-Aging

Anti-aging é um termo amplo que inclui peptídeos cosméticos para pele (GHK-Cu), compostos para regeneração mitocondrial (SS-31, MOTS-c, urolitina A), senolíticos (fisetina), e drogas off-label como rapamicina. O GHK-Cu tem a evidência clínica mais robusta para uso tópico. Para anti-aging sistêmico, a pesquisa ainda é majoritariamente animal.

Ranking dos 7 compostos

ordem por evidência e relevância
1
Top

GHK-Cu

CosméticoFase 2

Cobre-Peptídeo GHK, GHK-Copper

O peptídeo anti-aging mais estudado. Comprovadamente estimula colágeno tipo I e III em uso tópico. Modula 4.000+ genes.

Tripeptídeo naturalmente presente no plasma sanguíneo que se liga ao cobre. Pesquisado extensivamente por seus efeitos anti-aging na pele, incluindo estimulação de colágeno, cicatrização e redução de rugas. Um dos poucos peptídeos com aplicação tópica bem estudada.

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2
#2

Rapamicina

LongevidadeAprovado

Sirolimus, Rapamune

Anti-aging sistêmico via inibição de mTOR. Único composto que aumenta longevidade em mamíferos. Requer prescrição.

IMPORTANTE: Rapamicina não é um peptídeo, é um macrolídeo (composto natural produzido pela bactéria Streptomyces hygroscopicus, descoberta em solo da Ilha de Páscoa — Rapa Nui). Originalmente desenvolvida como imunossupressor para transplantes, é hoje a substância mais promissora em pesquisa de longevidade — única droga consistentemente comprovada a prolongar vida em mamíferos.

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3
#3

Fisetina

LongevidadeFase 2

Fisetin

Senolítico — elimina células velhas que causam inflamação crônica. Estudos em humanos em fase 1/2.

IMPORTANTE: Fisetina não é um peptídeo, é um flavonoide (polifenol) encontrado em frutas e vegetais como morangos (a fonte mais rica), maçãs, caquis, uvas e cebolas. Ganhou destaque na pesquisa de longevidade como senolítico — composto que elimina seletivamente células senescentes ('zumbis') que se acumulam com a idade e contribuem para inflamação crônica.

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4

SS-31

NeuroprotetorFase 3

Elamipretide, Bendavia, MTP-131

Anti-aging mitocondrial. Reverte declínio energético celular relacionado à idade em modelos animais.

Peptídeo mitocondrial que penetra diretamente na membrana interna da mitocôndria, estabilizando a cardiolipina e restaurando a produção de energia celular. Um dos peptídeos mais pesquisados para doenças mitocondriais e envelhecimento celular.

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5

Epithalon

NeuroprotetorPré-clínico

Epitalon, Epithalone, AEDG

Ativa telomerase. Estudos sugerem efeito anti-aging via alongamento de telômeros, mas evidência limitada.

Tetrapeptídeo sintético (Ala-Glu-Asp-Gly) baseado na epithalamina, peptídeo natural produzido pela glândula pineal. Pesquisado por seus efeitos na ativação da telomerase e potencial anti-aging. Desenvolvido pelo gerontologista russo Vladimir Khavinson.

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6

Espermidina

LongevidadeFase 2

Spermidine

Induz autofagia (limpeza celular). Estudos populacionais associam a longevidade aumentada.

IMPORTANTE: Espermidina não é um peptídeo, é uma poliamina natural encontrada em todas as células vivas. Presente em alta concentração em germe de trigo, queijo envelhecido (especialmente cheddar maduro), cogumelos, soja e nattō. Ativa autofagia (reciclagem celular) e mostrou aumentar longevidade em modelos animais. Em humanos, está associada a redução de mortalidade cardiovascular.

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7

Urolitina A

LongevidadeFase 3

Urolithin A, Mitopure

Mitofagia comprovada em humanos. Melhora função muscular relacionada à idade.

IMPORTANTE: Urolitina A não é um peptídeo, é um metabólito produzido pela microbiota intestinal a partir de elagitaninos encontrados em romã, framboesa, morango e nozes. Apenas 30-40% das pessoas têm bactérias intestinais que produzem urolitina A naturalmente — o resto precisa suplementar. Único composto comprovado clinicamente a induzir mitofagia (reciclagem de mitocôndrias) em humanos.

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Como interpretamos o ranking: A ordem reflete uma combinação de força da evidência científica em humanos, status regulatório, segurança documentada e relevância para o uso indicado. Não constitui recomendação médica — a escolha de qualquer composto requer avaliação médica individualizada.

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